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sexta-feira, 4 de setembro de 2015


Mentindo descaradamente para o povo!
CONTRA O VLT, CONTRA CUIABÁ/VG, E SÓ 'ENGABELANDO" O POVO NA TV, ENQUANTO ANUNCIA EM ENTREVISTAS SER "FAVORÁVEL A CONCLUSÃO DA OBRA", PEDRO ROSINHA TAQUES ENTRA NA JUSTIÇA PARA (MAIS UMA VEZ) PARALISAR TUDO NA CAPITAL
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Aldo e Pedro: Chefão e seu fiel pupilo.

 O governador Pedro Taques (PSDB) novamente se mostrou contrário a escolha do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) como o novo modal da capital mato-grossense. Enquanto concede entrevistas e faz propaganda alardeando que concluirá as obras, manda seus capangas agirem na calada, via liminares, para impedir que  se dê sequência aos trabalhos nos canteiros de obras em Cuiabá e Vg, que viraram criadouros de mosquitos da dengue, ratos, cobras e baratas. Por conta das suas investidas, atendendo ao amigo e patrocinador de campanha Aldo Locatelli, um dos homens mais ricos do Brasil, que quer por quer implantar o BRT em Cuiabá (ele é o capo da Máfia de Combustíveis no Estado) a justiça suspendeu mais uma vez e por mais quatro meses o contrato das obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O pedido, feito pelo Governo do Estado, foi deferido pelo juiz da 1ª Vara Federal, Ciro José de Andrade Arapiraca. Com isto, ficam interrompidos o contrato e o aditivo entre o Executivo e o Consórcio VLT, responsável pela execução dos serviços. Neste período, um estudo técnico será elaborado. Por conta da judicialização, as obras do novo modal estão paralisadas há quase um ano. O projeto deveria ter sido entregue antes da Copa do Mundo de 2014, mas em decorrência de severos atrasos e erros em projetos, isso não aconteceu. Até o momento, foram pagos mais de R$ 1 bilhão, dos R$ 1,47 bilhão previstos. O Consórcio VLT pede um acréscimo de mais R$ 400 milhões para finalizar os serviços.
Deputado compara Pedro Taques ao anão/palhaço Jurubeba 
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Apontado como responsável pela saída do governador Pedro Taques (PSDB) do PDT, o deputado estadual Zeca Viana não perdeu a ironia ao comentar a perda do chefe do executivo estadual. “Considero que a perda não foi mais sentida que a do companheiro Jurubeba”, declarou ao utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa na noite de hoje. O anão Jurubeba é conhecido como um “palhaço e animador de rodeios”. No ano passado, ele disputou a eleição de 2014 pelo PDT para deputado federal e recebeu 437 votos. Na última semana, Jurubeba se desfiliou do PDT e revelou com exclusividade que vaii seguir Taques no PSDB, onde pretende disputar uma vaga na Câmara de Cuiabá.
NOVOS E CABELUDOS TRAMBIQUES NO LAMACENTO GOVERNO PEDRO ROSINHA TAQUES
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Governador Pedro Rosinha Taques já tem sua marca de governo registrada: MENTIRA, CARA DE PAU E TRAMBIQUES MILIONÁRIOS.

 JOSÉ MARCONDES MUVUCA - No último dia 10 de agosto o governo do estado exonerou da Secretaria de Cidades (Secid) o engenheiro Leonísio Berto Volpato Vieira, o arquiteto André Luis Correa Gomes Bento e, dois dias depois, a advogada Karine Gomes Ribeiro. Os três compunham uma Comissão Especial de acompanhamento do VLT, para entre outras coisas, elaborar um projeto básico visando contratação da empresa que vai medir tamanho da obra e valor da tarifa. Em tese, estaria tudo acertado para no final a tal consultoria emitir um parecer dizendo que era para encurtar a distância dos trilhos, um lenitivo para que o governo atendesse a decisão judicial de retomar as obras do VLT por um lado, e por outro atender a decisão do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca, da 1a Vara Federal de Mato Grosso, que determinou que fosse elaborado, em quatro meses, um documento com estudo tarifário, modelo operacional e viabilidade econômica do modal. Grosso modo, a justiça tem conspirado à favor de algumas situações no mínimo inusitadas. Primeiro porque o estudo do tamanho e fluxo já havia sido feito pela Secopa por algo em torno de R$ 300 mil, e a nova empresa de consultoria faria o mesmo serviço, para supostamente subsidiar e dar 'segurança jurídica' na retomada da obra, gastando algo em torno de R$ 5 milhões em mais uma consultoria (Os valores exatos não foram revelados). O governo havia admitido insuficiência de técnicos para exarar o parecer antes da contratação da consultoria. Ato contínuo, tentou usar estes profissionais como 'bodes expiatórios' para justificar a contratação. Experientes, e consciêntes, eles não aceitaram colocar suas respectivas assinaturas e por isso foram sumariamente demitidos no dia seguinte. A sensação de que algo não cheirava bem ficou latente, afinal, o governo tido como moralista estava demitindo profissionais qualificados e respeitados, reconhecidos por não compactuar com maracutaias. Ao perceber o erro o próprio governo voltou atrás e tornou o ato de exoneração sem efeito no dia 15 de agosto.

 O insondável mistério de suas exonerações e recontratações posteriores, ainda pairam no ar. Embora tenha ficado claro que o governo queria elaborar um Termo de Referência a 'toque de caixa' para contratar uma empresa de reestudo por um valor exorbitante. Isso porque parte desse estudo já havia sido feito pela 'Oficina Consultores Associados', que também verificaram o plano de mobilidade urbana da região metropolitana (Planomob RMVCR 2010). Os profissionais que foram demitidos tiveram uma conversa muito estranha quando foram readimitidos. Nela uma pessoa do governo cuja identificação o Muvuca Popular manterá em sigilo, disse aos funcionários que precisava da TR para mandar para as empresas. "Aí quem vai analisar vai ser uma comissão, formada por dois daqui (Secid), um da CGE, um da PGE, um do Desenvolvimento Econômico". A pessoa que falou em nome do governo disse ainda que com a nova forma não teria problema, até porque conseguiram uma 'forcinha' da justiça. "Assim não vai dar problema nenhum, soca o pau, o juíz já deu a decisão né, já mandou que é pra fazer aquilo lá e deu quatro meses". Em outro trecho da conversa, o representante do governo acalmou os técnicos dizendo que "Agora tá tranquilo, só o TR chegar na mão do secretário e fazer a dispensa da licitação". De forma esquemática, as cartas do termo de referência serão enviados para as empresas Price, Deloitte, Century e Big Four, embora haja a suspeita de direcionamento para a empresa KPMG, que aborda fortemente o tema 'compliance', bastante conhecido da Secretária de Trasnparência e Combate a Corrupção, Adriana Vandoni, que até o momento não deu um pio sobre o caso.

terça-feira, 1 de setembro de 2015


JOSÉ RIVA, QUE TEM RABO DE RAIMUNDO E TODO MUNDO NAS MÃOS, TEM R$ 2 MILHÕES EM DÍVIDAS PARA RECEBER DO "PAPA ANJOS" E CALOTEIRO "REI DA SOJA" ERAÍ MAGGI 
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 Durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do ex-deputado José Riva (PSD) na 5ª fase da “Operação Ararath”, em 20 de maio de 2014, a Polícia Federal apreendeu alguns documentos “interessantes”. Entre eles, está uma nota promissória no valor de R$ 2,138 milhões assinada pelo megaempresário Eraí Maggi (PP) e que está anexada ao inquérito 3842 que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) diante do foro privilegiado do senador Blairo Maggi (PR). A nota promissória foi emitida em abril de 2013 e é supotamente assinada por Eraí Maggi. Ele é dono do grupo Bom Futuro e atua em vários ramos, sendo "famoso" por financiar campanhas eleitorais no Estado. As investigações da Polícia Federal apontam que a nota promissória teria sido emitida como garantia de um empréstimo feito pelo empresário. O intrigante é saber o motivo dela estar na residência do ex-presidente da Assembleia Legislativa. Riva e Eraí sempre tiveram uma relação muito próxima. O ex-deputado sempre disse publicamente que foi o responsável por trazer o megaprodutor de soja a Mato Grosso na década de 80. Contudo, no último ano eles se afastaram. Riva não contou com o apoio de Eraí na disputa ao Governo em 2014. Após a eleição, o então parlamentar abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a Cooamat, cooperativa criada pelo “Rei da Soja” para supostamente sonegar R$ 300 milhões em impostos. Apesar do relatório do presidente Emanuel Pinheiro (PR) ser inconclusivo quanto a prática de crime, o social democrata elaborou um relatório paralelo e encaminhou denúncias a órgãos como Polícia Fazendária e Ministério Público Estadual.
CARLOS FÁVARO, O BRUCUTU
 ALÉM DE ATRAPALHAR OBRAS EM RODOVIAS ESTADUAIS, VICE GOVERNADOR (O HOMEM QUE PROMETE E NÃO CUMPRE!) BARRA IMPRENSA E ASSESSORES EM REUNIÃO COM LÍDERES REVOLTADOS COM ABANDONO 

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Na campanha que o elegeu  vice, foi apontado como "cheirador de cocaína", cabarezeiro e caloteiro inveterado. Depois de eleito virou "santo"... Aos poucos mostra a verdadeira face!
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SITUAÇÃO CATASTRÓFICA DA MT 170: RAZÃO DOS PROTESTOS

A pouco mais de um mês do episódio em que a jornalista Cecília Gonçalves foi impedida de registrar uma reunião com o vice-governador de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PP), o mesmo tipo de prática volta a acontecer. O fato aconteceu após o bloqueio da MT-170, realizado por manifestantes do município de Brasnorte, por conta dos buracos e da precariedade da pista, quando o sindicato madeireiro (SIMNO), juntamente com algumas autoridades políticas locais, estavam solicitando uma atitude do governo para o caso, sob a ameaça de continuarem com bloqueio. O vice-governador atendeu as entidades na última sexta-feira (29), após intermediação do deputado Oscar Bezerra (PSB), onde as mesmas cobraram atitudes, principalmente em relação a um trecho de 80 km que estava praticamente intransponível por causa dos buracos. Em janeiro o próprio Fávaro se comprometeu a resolver a questão, no entanto, uma equipe foi enviada ao local e dias depois as obras foram abandonadas. O protesto só foi suspenso graças ao voto de confiança no governo, que aceitou atender os representantes na última sexta-feira. O problema é que a imprensa novamente foi impedida de participar, registrar ou sequer ter acesso aos seus assessorados durante a audiência. Uma das jornalistas que pediu para não ser identificada, relatou ao MPopular que ao iniciar a reunião a assessoria do governo começou a barrar os repórteres na porta da sala, dizendo que não havia espaço suficiente para que todas as pessoas pudessem entrar. 

 Alguns assessores chegaram a argumentar que seu cliente estava sem meios para registrar a conversa e que isso impediria que o trabalho do assessor pudesse ser feito com eficácia. Em resposta aos profissionais da comunicação, a assessora que estava barrando a entrada, avisou que disponibilizaria as imagens e os releases no ‘banco de notícias’ do Governo. Revoltados, alguns profissionais teriam dito que tal ação configurava censura à imprensa, e que a mesma tem o direito de ser livre. Porém, os servidores não se incomodaram e mantiveram o impedimento. Em busca de punição a jornalista afirmou que ligou para uma colega da Gazeta comunicando o abuso. No entanto a mesma respondeu indignada que não poderia fazer nada, pois o jornal mantinha a política de não falar mal do Governo. “O que mais me revoltou é que o fotógrafo da Gcon, chegou todo “pomposo” e disse para a recepcionista que não poderia ser tratado como imprensa comum pois o mesmo era assessoria do Governo”, enfatiza a jornalista. A reunião durou cerca de duas horas e apenas a assessoria do próprio governo pode participar. Alem do Vice, e de prefeitos da região noroeste, estiveram presentes na reunião os deputados Saturnino Masson (PSDB), Janaína Riva (PSD), o presidente do sindicato das madeireiras e moveleiras do noroeste de Mato Grosso- Simno, Roberto Rios, e o Diretor do Centro das Industrias madeireiras – Cipem, Valdinei Bento.
O dia que Pedro Taques levou uma facada de um juiz na praça da Sé em São Paulo 
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De Traks a Taques - A história não contada de Pedro 

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 O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), contou uma história durante a filiação do seu correligionário, Pedro Taques, (PSDB-MT), como tentando criar intimidade, ao citar “ligação histórica de Taques com São Paulo” porque um certo homônimo Pedro Taques doou, no século XVII, o terreno onde hoje é a Praça da Sé. O que Alckmin não contou foi que o Pedro Taques daquela época possuía uma rusga contra Fernando de Camargo pelo controle do poder político-burocrático da região de São Paulo. O paulista Fernando era um típico bandeirante, visto nos livros, que saía pelo sertão para “prear índios”. Mas ao mesmo tempo, ocupou cargos na sua comarca, como o de juiz.

Por outro lado, o Pedro Taques paulista se aliou aos jesuítas. E então, os jesuítas foram expulsos não só de São Paulo como do Brasil, e o inevitável aconteceu. Acabou que Fernando e Pedro se encontrarem, e não foi no Pátio do Colégio, onde surgiu São Paulo, e sim na atual Praça da Sé, e os dois brigaram feio, com tiros de armas de fogo de grande barulho, fumaça e pouca precisão até os punhais, com um tentando golpear o outro. O problema é que possuíam seus partidários, e eles entraram na briga, ou melhor, na carnificina. Muito sangue foi derramado, e vários morreram. E como na política atual, a história não registrou o nome de nenhum dos mortos, por serem pobres diabos. Quanto aos dois, Fernando e Pedro, saíram quase ilesos. Tempos depois, eles se reencontraram no mesmo lugar, e Fernando cravou o punhal nas costas de Pedro Taques, morto, na Praça da Sé. Taques morreu de forma cruel, por vingança e ódio depois de ter enganado e traído seus apoiadores.

 Mas essa não é a história que o nosso Pedro Taques da rua 24 de outubro gosta de contar, e sim que a família veio para Mato Grosso junto com os bandeirantes sorocabanos, logo após a descoberta do ouro e consequente criação de Cuiabá. Além disso, credita a origem do nome de família Taques ao “Taks”, que seria de origem libanesa, árabe, portanto. Porém, o “Taques” a que Geraldo Alckmin se referia como o doador do terreno da Praça da Sé, é “Tacks” de origem Belga do século XV. O que nos mostra essa história, dita aqui com um pouco mais de profundidade, é que a superficialidade dos discursos esconde muito e revela apenas o que interessa a quem a conta e agrada quem está no poder. O 'nosso' Pedro Taques, baixinho, roliço e triste, é português, se passando por Belga, sendo vendido pelo PSDB como lord inglês.    (MUVUCA)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015


Mãe confessa ter matado seus três filhos para ter mais atenção do marido

 Equipes de emergência não conseguiram ressuscitar o bebê de 3 meses de Brittany Pilkington, Noah, quando ele parou de respirar na terça-feira (18), menos de uma semana depois de um tribunal devolver sua guarda à mãe. Nem Gavin, de 4 anos, o outro filho da americana, morto em abril. Ou seu outro filho de também 3 meses, Niall, que morreu no verão passado. Autoridades em Bellefontaine, Ohio, viram um padrão nas mortes e começaram a fazer algumas perguntas para Brittany. Ela então confessou ter matado os próprios filhos e acabou presa sob acusação de assassinato, de acordo com comunicado da polícia. Os investigadores acreditam que Brittany usou o cobertor dos garotos para sufocá-los em seus respectivos berços e camas durante os últimos 13 meses, porque ela queria que seu marido prestasse mais atenção nela e na filha de 3 anos do casal, como afirma o procurador William Goslee.
Fórum de Cuiabá tem surto de tuberculose, que espalha medo pelos corredores da Justiça
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Até juíza já foi contaminada por doença que  tem usado presidiários para se espalhar

 O Fórum de Cuiabá está sob o domínio do medo. É que a tuberculose – doença que há anos tomou conta dos presídios da Grande Cuiabá, devido às péssimas condições de alojamento em que são mantidos os presos – agora também passou a contaminar profissionais que atuam nas varas criminais de Cuiabá, para onde os albergados atingidos pela moléstia são levados seguidamente para participarem das diferentes etapas de seus julgamento sem que se conte com qualquer protocolo de proteção visando resguardar da possível contaminação as pessoas que tomam parte destes procedimentos e todas os demais cidadãos que circulam pelo ambiente do Fórum. Enquanto o Tribunal de Justiça de Mato Grosso se omite diante do problema, alguns anônimos servidores espalharam pelas portas e paredes das varas criminais cartazes que alertam para a “ameaça de contaminação bacterológica”. Ameaça que, até agora, parece que foi enxergada pelo desembargador Paulo Cunha, atual presidente do TJ-MT. Segundo um servidor, que não quis identificar-se não sei bem ao certo por que, a ameaça não ocorre somente quando os presos são trazidos para as audiências. ” Já que me disseram que o transmissor da tuberculose sai pela respiração do preso e pode se manter vivo nos côndutos do ar condicionado, que interligam todos os ambientes deste prédio”, alarmou-se ele. Uma das primeiras vítimas da doença entre os magistrados, todavia, foi identificada pelo site PAGINA DO E. Segundo informações colhidas na sexta-feira (14), trata-se da juíza Maria Aparecida Ferreira Fago, titular da 12ª Vara Criminal de Cuiabá. Afastada para tratamento da moléstia, a juíza Fago renovou, na semana passada, por mais quatro meses, a sua licença médica.
Família Maggi dá golpe na filha que o patriarca André Maggi teve fora casamento 
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Filha de André Maggi requer herança e leva 'tombo' da família bilionária

 A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou à agricultora Carina Maggi Martins o direito de reabrir o inventário e ser incluída como herdeira dos bens deixados por seu pai, o empresário e colonizador mato-grossense André Maggi, que faleceu em 2001, aos 74 anos. A decisão foi proferida no final de junho e seguiu o voto do ministro Marco Aurélio Belizze. O principal bem deixado por André Maggi é a multinacional da soja fundada por ele, a “Amaggi”, uma das maiores empresas do ramo no mundo, com média de faturamento de R$ 5 bilhões ao ano. A herança do patriarca dos Maggi foi dividida entre sua esposa, Lúcia Borges Maggi, e seus cinco filhos: o senador Blairo Maggi (PR) e as empresárias Fátima Maggi, Rosângela Maggi, Marli Maggi e Vera Maggi. Carina Maggi, segundo a ação, foi excluída do inventário e da partilha de bens porque, na época do falecimento, ela ainda não havia sido reconhecida pela Justiça como sendo filha de André Maggi. O vínculo de pai e filha, no entanto, ocorreu posteriormente, no âmbito de uma ação de paternidade ingressada por ela.

 Segundo Carina, após a paternidade ter sido reconhecida, a família Maggi a procurou com uma proposta de acordo extrajudicial, que foi aceito por ela. No acordo, ela recebeu R$ 1,950 milhão em troca de abrir mão do direito de herança. O valor foi pago por meio de dois cheques de R$ 250 mil cada, emitidos por Blairo Maggi; lotes de terras de 67 alqueires, em São Miguel do Iguaçu (PR); parte de uma gleba de 60,5 mil m² no município e a própria casa onde reside, que fica na mesma localidade. Assim, a família Maggi converteu o inventário em arrolamento de bens e apresentou termo de partilha amigável, excluindo Carina Maggi da condição de herdeira, situação que foi homologada pela Justiça. Porém, a agricultora alegou que foi enganada no acordo, pois assinou o documento por intermédio de sua mãe, que é uma “pessoa simples e semianalfabeta, o que a impediu de saber, no momento da avença, qual era o verdadeiro patrimônio deixado por seu pai”. Ela ainda denunciou que vários bens e valores pertencentes ao seu pai não teriam sido relacionados por ocasião da partilha amigável, especialmente os que compunham parte do patrimônio no exterior, “devendo, por esse motivo, ser aberta sobrepartilha, com a declaração de nulidade do inventário”.
Protesto dos branquelos, bem nutridos e mal intencionados

Sou favorável a um golpe de estado no País, que tenha  no topo com um civil ou militar, que realmente venha a beneficiar a nação  com obras em todos os setores, em que se ponha fim  aos poderes e instituições  instituições que em nada ajudam no crescimento de renda e bem estar do povo no País. Resumindo:  Prefeituras, Governos Estaduais,Governos, e Ministérios, com menos de 20 por cento dos atuais contratados poderiam, com êxito, serem administradas por um interventor. Sobraria muitos bilhões para as obras, Saúde, Educação e Transporte, todos com qualidade e gratuítos.

Sem fazer defesa do Governo Dilma, mas baseado em fatos, em imagens amplamente divulgadas em todo País, a exemplo da quentíssima Cuiabá, só vi pessoas bem nutridas, branquinhas, e também pardos rechonchudos (sinal de vida mansa) pintadas na cara e protestando no último domingo. Pobres, em alguns casos, eram humildes trabalhadores tentando faturar uns trocados a mais nesse dia de "festa", vendendo picolés, refrigerantes, sucos ou, simplesmente, cumprindo o ofício de babás, cuidando da criançada enquanto os pais, fingindo ardor patriótico, pediam aos berros a cabeça da presidente Dilma, de Lula e outros do PT. (Ely Santantonio)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

DEPUTADO DENUNCIA COVIL DE LADRÕES SOB COMANDO DO PSDB NO GOVERNO ROSINHA TAQUES

 Integrante da base aliada do governador Pedro Taques (PSB) na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) apontou na noite de ontem a susposta existência de fraudes em licitações na secretaria de Educação. Pela manhã, ele havia alertado possíveis direcionamentos em pregões, mas sem citar nominalmente os casos. Após ser notificado no período vespertino pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques (PDT), para que fossem apontadas as falhas, o parlamentar socialista resolveu detalhar as irregularidades na pasta comandada pelo engenheiro agrônomo Permínio Pinto (PSDB). Oscar Bezerra contou que o Partido dos Trabalhadores continua comandando as licitações na pasta. A descoberta, segundo Oscar Bezerra, foi no primeiro semestre deste ano quando houve uma adesão na Seduc a uma ata de registro de preços do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) para compra de mobiliário para escolas. "Me falaram que não havia outra empresa para fornecer o produto a Seduc, mas botei minha equipe para pesquisar o assunto e descobrimos que tinha ata sim no mercado de adesão do mesmo tipo de material, com melhor qualidade e cinco anos de garantia. Mas a seduc resolveu aderir a ata do passado. Hoje, se compra um material que em um ano tem que se substituir 50% dele. Essa é minha preocupação porque o PT ainda está enraizado infelizmente dentro da secretaria", comentou. O parlamentar citou ainda que a ex-secretária de Educação, Rosa Neide Sandes, ocupa cargo no FNDE por indicação do deputado federal Ságuas Moraes (PT). "Há pessoas que já deveriam estar fora do contexto porque vinham com práticas erradas, mas continuam mandando por debaixo do pano", lamentou. Segundo Oscar Bezerra, o secretário Permínio chegou a ser alertado por ele sobre a adesão efetuada para a compra de mobiliários, mas mesmo assim tomou a decisão de efetivar o processo. "Eu alertei o secretário, mas ele não respeitou e fez a ata direcionada pelo FNDE, através da senhora Rosa Neide e do deputado b, c ou d. Não dá para entender. Estamos em um novo modelo e uma nova prática. É algo que precisa ser diferenciado, mas estão aderindo a mesmice e isso quer dizer que vai prejudicar sim os créditos desse novo modelo de governar Mato Grosso", detonou.
Juiz rejeita ação de Mauro contra jornalistas do Centro-Oeste Popular que denunciaram uso de laranja
 Ex-funcionário denunciou a jornal que prefeito e secretário usaram seu nome como laranja

 O juiz Adauto dos Santos Reis, titular do Quarto Juizado Especial Cível de Cuiabá, julgou improcedente uma ação de indenização de danos morais movida pelo empresário e prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), contra os jornalistas Antônio Carlos Silva Mila, Beatriz Girardi e Juliana Radel, do jornal Centro-Oeste Popular. A sentença proferida pelo juiz leigo Felipe Arthur dos Santos Reis foi homologada pela Justiça no último dia 29 de julho. Mendes processou os jornalistas após publicações de reportagens sobre denúncias de dois ex-funcionários que acusam Mauro Mendes e seu ex-sócio, o secretário municipal de Fazenda de Cuiabá, Pascoal Santullo Neto, de terem usado falsificado documentos para usarem seu nome como laranja em empresas que realizaram contratos com órgãos públicos na década de 90. O caso foi revelado, com exclusividade, pelo jornal Centro-Oeste Popular. Na ação, o prefeito alega que se sentiu agredido pelo jornal com a exposição das denúncias, as quais considera infundadas. Por isso, pedi a quantia de R$ 27 mil. Mas, para a Justiça, “(…) observa-se dos autos que não restou provado qualquer conduta omissiva ou comissiva praticada pelos reclamados que possa resultar em indenização por dano moral à parte requerente [Mauro Mendes]”, diz trecho da sentença ao qual o blog teve acesso.(ISSOENOTICIA)
ALDO LOCATELLI E AMIGOS RINDO FELIZES!
 Combustível gasto no governo Taques daria para rodar o mundo 6 mil de vezes 
 Nos seis primeiros meses governo gastou R$ 40 milhões com combustíveis 

 A rede de postos Marmeleiro (Idaza) continua mantendo exclusividade no fornecimento de combustíveis para o governo do estado, ao valor de R$ 81,5 milhões anuais, fracionados conforme necessidade de cada secretaria. O valor foi contratado ainda no governo Silval e teve segmento no governo Taques, que prefereiu não destampar a panela sobre o correspondente a 27,1 milhões de litros de gasolina, cuja quantidade daria para rodar cerca de 271,6 milhões de km, 6 milhões de voltas ao mundo. Pelo montante a rede credenciada fornece gasolina comum ao preço de R$ 3,22 o litro, Álcool a R$ 1,94; Óleo diesel comum R$ 3,12; Óleo diesel S-10; R$ 3,27, além de filtro de óleo, ar e lubrificantes através do sistema integrado de fornecimento de combustíveis. Máfia dos combustíveis não quer VLT em Cuiabá Publicada em 05/08/2015 10:33 Somente nos 7 primeiros meses do governo a empresa contratada recebeu aproximadamente 250 repasses que somam aproximadamente R$ 40 milhões de reais referente a aproximadamente 2 milhões de litros por mês somente para abastecimento da frota do executivo estadual. O primeiro lote do contrato previa R$ 19,6 milhões em gasolina, etanol, óleo diesel automotivo e S-10, e gás natural veicular (GNV) para as frotas de Cuiabá e Várzea Grande. Já o segundo lote visa a destinação de R$ 61,8 milhões em combustíveis para o interior do Estado. A Ata de Registro de Preço com a cotação dos valores pesquisados no mercado foi publicada no Diário Oficial e previa o pagamento de acordo com a necessidade de cada pasta. Mesmo no início do governo e mês de recesso o governo não perdoou os cofres públicos e manteve a mesma sangria do governo Silval. O novo governo ainda não sabe informar o número de veículos de sua frota própria e nem quantos foram locados. No que tange tange aos carros alugados, não se sabe quais os critérios utilizados para a contratação das empresas locadoras; quais são essas empresas; quais os critérios de escolha dos modelos de veículos; qual é o valor pago mensalmente pelo aluguel de cada carro, onde está lotado cada veículo e quanto se gasta com o aluguel de cada um.
ROUBALHEIRAS CONTINUAM?
Taques mantém esquema bilionário de Silval e contrato suspeito com empreiteiras investigadas

Ciranda das empreiteiras: Cartel faz jogo combinado para ganhar licitação em programa de estradas


 Eleito com a promessa de ‘destampar a panela da corrupção’, o governador Pedro Taques entra no oitavo mês homologando o maior e mais suspeito contrato da história de Mato Grosso, envolvendo pelo menos R$ 2 bilhões de reais, quase duas Arena Pantanal, destinado a pavimentação de estradas no interior do estado. A licitação bilionário foi realizada governo Silval, e passou pelo crivo da auditoria de Taques, após o decreto 02/2015, onde o atual governo suspendeu todas as obras para apurar eventuais irregularidades. Além de não encontrar nada, o atual governo resoveu incrementar os valores, com recursos próprios e endividamento do estado junto ao BNDES. Os contratos são referentes ao programa MT Integrado, iniciado no ano de 2013 e que teve continuidade neste governo com assinatura de 52 ordem de serviços para pavimentação, construção e reconstrução de 500 km de estradas e pontes e recebeu o nome de Pró-estradas. Em busca no Diário Oficial do Estado é possível constatar que as empresas vencedoras se revezaram ganhando contratos que vão de R$ 8,9 milhões a R$ 86,7 milhões de reais. Juntas, elas produziram uma cartelização de pelo menos meio bilhão, que é o valor já auditado pelo novo governo. 17 empresas já receberam R$ 380 milhões de reais este ano, isso sem entregar sequer um km de asfalto. Algumas chegaram a ganhar mais do que o que foi contratado neste programa, sugerindo que tenha outros contratos com o governo, como a empreiteira Campesatto, que tinha contratado R$ 31, milhões mas recebeu somente este ano mais de R$ 40 milhões. As principais empresas deste pacotão do Taques já estiveram envolvidas em escândalo de corrupção em governos anteriores ou estão sob investigação, como a Agrimat, que vem a ser uma das patrocinadoras da carreira política do governador Taques desde que ele concorreu ao senado, em 2010. A Agrimat está levando no Pró-estradas R$ 69,4 milhões. A Guaxe/Encomind, alvo de investigação na Polícia Federal foi contemplada por Taques/Silval com R$ 77,6 milhões, e a Trimec, cuja sociedade se levanta vários questionamentos, aparece na ciranda bilionária com R$ 63,8 milhões. Ciranda bilionária A auditoria do governo Taques chama atenção pelo que não revela, ao se descobrir uma combinação para lá de suspeita, ou pelo menos com uma absurda coincidência. Isso porque os valores dos contratos feitos por Silval/Taques são muito próximos dos valores propostos. Um dos trechos orçados em R$ 90,1 milhões, por exemplo, teve como vencedor a Rio Tocantins por R$ 86,7 milhões. O curioso neste e em todos os outros contratos é que o valor proposto e contratado é praticamente identico. Neste, a segunda colocada foi a Delta, do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que apresentou R$ 86,8 milhões, exatamente 0,13% de diferença. A terceira colocada foi a falida Três Irmãos, do suplente de deputado tucano Carlos Avalone, que apresentou uma proposta de R$ 87,6 milhões, 0,03% de diferença para a segunda colocada. Todos os outros trechos apresentaram variação identica. Entre a Destesa e Cavalca foi 0,14% de diferença. Já a Cavalca e JM foi 0,8%. Um dos contratos teve a variação entre o primeiro e segundo colocado em insignificante 0,05%. (José Muvuca)